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Mama · Porto Alegre

Mamoplastia redutora em Porto Alegre

Redução do volume e remodelação das mamas para torná-las proporcionais ao corpo e aliviar o desconforto de mamas muito grandes, com ou sem prótese associada, conduzida pelo Dr. Charles Farias de Oliveira, cirurgião plástico formado pela UFRJ, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), CRM/RS 31.244, RQE 19.987.

Mamas muito grandes podem pesar no dia a dia: dor nas costas e no pescoço, marcas da alça do sutiã nos ombros, assaduras no sulco da mama, dificuldade para encontrar roupas e para praticar atividade física. A mamoplastia redutora tem justamente esse objetivo: readequar o tamanho da mama ao seu corpo e aliviar o desconforto associado ao excesso de volume.

Na Clínica Perfektion, em Porto Alegre, a consulta avalia o volume, a queda, a posição da aréola e a qualidade da pele, e define se a redução será feita apenas com o próprio tecido ou se uma prótese pode ajudar a dar forma ao resultado.

O que é a mamoplastia redutora

A mamoplastia redutora é a cirurgia que retira parte da glândula mamária, da gordura e da pele, remodela a mama e sobe a aréola, que costuma estar baixa e alargada em mamas volumosas. O Termo de Consentimento da clínica a descreve como um procedimento tipicamente reparador, com o objetivo de readequar o tamanho da mama proporcionalmente ao corpo.

Sem prótese

É a forma mais comum. A mama é reduzida e remodelada só com o tecido da própria paciente. Indicada quando o tecido que permanece é suficiente para dar um bom formato depois da redução.

Com prótese

Em alguns casos, a mama é grande e caída, mas o volume está concentrado na parte de baixo, e o polo superior fica vazio depois da redução. Nessas situações, pode-se retirar o excesso de tecido e de pele e colocar uma prótese menor para dar sustentação e preenchimento à parte de cima. Nesse caso, a escolha do tipo e do tamanho do implante depende da elasticidade da pele, da anatomia e do tipo físico, e não só da vontade da paciente.

Para quem é indicada

  • Mamas desproporcionalmente grandes em relação ao corpo (hipertrofia mamária);
  • Dor nas costas, nos ombros ou no pescoço relacionada ao peso das mamas;
  • Marcas da alça do sutiã, assaduras ou irritação de pele no sulco mamário;
  • Dificuldade para praticar atividade física ou encontrar roupas adequadas;
  • Mamas grandes e caídas, com aréolas baixas e alargadas.

A indicação é sempre individual e definida em consulta, levando em conta a saúde geral, o peso, o tabagismo, os exames das mamas e as suas expectativas. É importante saber os limites: a mamoplastia não corrige assimetrias já existentes de formato, volume ou posição das mamas e aréolas. O médico também não pode retirar mais pele e tecido do que o limite seguro, e esse limite nem sempre coincide com o tamanho desejado. Gestação, perda ou ganho de peso e menopausa continuam influenciando a aparência das mamas.

Como é feita

O cirurgião retira o excesso de glândula, gordura e pele, reposiciona a aréola mais acima e remodela a mama. Quando há prótese, ela é posicionada no mesmo tempo cirúrgico.

Cicatrizes

A cicatriz é permanente e proporcional à pele retirada. Na maioria das reduções, ela contorna a aréola, desce em linha vertical até o sulco e, nas mamas maiores, segue também pelo sulco, em formato de T invertido. O desenho é planejado para ficar o mais discreto possível, e a cicatriz amadurece ao longo de meses.

Anestesia e internação

A cirurgia é feita em hospital de referência de Porto Alegre, com anestesia definida pelo médico anestesista. O tempo de cirurgia e de internação depende da técnica e da evolução de cada paciente; em geral, a permanência hospitalar é curta, com alta a critério médico. O tecido retirado pode ser encaminhado para exame, conforme indicação médica.

Recuperação: o que esperar

A recuperação é gradual. Planeje a sua rotina para não depender de terceiros por cerca de duas semanas.

  • Primeiros dias: repouso semi-sentado e pequenas caminhadas a cada três horas, para ativar a circulação e reduzir o risco de trombose. Desconforto controlado com a medicação prescrita.
  • Primeiras semanas: modelador por cerca de 45 dias e meias antitrombóticas por 10 dias. Não erguer os braços acima dos ombros nem dirigir por 15 dias. Revisão dos pontos entre 7 e 21 dias.
  • Primeiro mês: sem esforço físico, movimentos bruscos ou peso por 30 dias; depois, retorno progressivo à atividade física conforme liberação médica.
  • Dois meses: dormir de barriga para cima por pelo menos 60 dias e proteger as cicatrizes do sol.
  • Meses seguintes: o inchaço diminui, a mama assume o formato final de forma gradual e as cicatrizes clareiam.

Ficar sem fumar por pelo menos 30 dias antes e depois da cirurgia, manter alimentação leve e comparecer às revisões fazem parte dos cuidados descritos no termo.

Fisioterapia na Perfektion

A Perfektion tem equipe própria de fisioterapia. O cuidado começa ainda no hospital, com fisioterapia respiratória e orientações para levantar, caminhar e se posicionar na cama sem forçar as mamas e os pontos. Depois da alta, a fisioterapia mecanicomoduladora é agendada a partir do quinto dia útil, no número de sessões indicado pela equipe, e acompanha os seus retornos: ajuda a controlar o inchaço, a cuidar das áreas endurecidas e a orientar o uso do modelador e o retorno aos movimentos dos braços.

O Termo de Consentimento registra que a fisioterapia é parte complementar do tratamento e que o resultado depende também da realização das sessões indicadas. Pedimos que a área operada não seja manipulada por equipes externas à clínica durante a recuperação.

Riscos e cuidados

Como toda cirurgia, a mamoplastia redutora tem riscos, que procuramos reduzir com avaliação cuidadosa, ambiente hospitalar e acompanhamento próximo. Entre os descritos no Termo de Consentimento:

  • alterações de sensibilidade da mama ou do mamilo, temporárias ou permanentes;
  • alterações de cicatrização, como cicatriz alargada, hipertrófica, queloide ou manchas;
  • assimetrias, inchaço prolongado, seroma, hematoma, infecção, abertura de pontos e sofrimento de pele ou da aréola;
  • quando há prótese, possibilidade de rejeição do implante, que pode exigir a sua retirada;
  • riscos gerais de qualquer cirurgia, como reações à anestesia e trombose venosa, com risco de embolia pulmonar.

A obrigação da equipe médica é de meio: usamos os recursos técnicos e científicos disponíveis para chegar o mais perto possível do resultado planejado, mas cada organismo reage de um jeito e o resultado não pode ser prometido. Todos esses pontos são explicados em consulta e detalhados no Termo de Consentimento, que você lê com calma, tira as suas dúvidas e assina antes da cirurgia.

Importante saber

Cirurgia complementar

Toda cirurgia plástica pode exigir um complemento. Cada organismo cicatriza e responde de um jeito, e nem sempre o melhor resultado possível é alcançado já na primeira cirurgia. Por isso, pode ser indicada uma cirurgia complementar, um refinamento para aprimorar o resultado.

A indicação é sempre do Dr. Charles Farias, por critério técnico, e a cirurgia complementar pode ser realizada somente até 1 (um) ano da cirurgia principal. As condições estão previstas no contrato e são explicadas na consulta.

Perguntas frequentes

A mamoplastia redutora alivia a dor nas costas?

Muitas pacientes relatam alívio do desconforto nas costas, nos ombros e no pescoço depois da redução, porque o peso sobre o tronco diminui. A resposta, porém, é individual, e outras causas de dor devem ser avaliadas antes da cirurgia.

Quando a redução é feita com prótese?

Quando, depois de retirar o excesso, a parte superior da mama ficaria vazia e sem sustentação. Nesses casos, uma prótese menor pode ajudar a dar forma. A decisão é tomada em consulta, a partir do exame da sua mama.

Posso escolher o tamanho final?

O tamanho desejado é discutido e orienta o planejamento, mas existe um limite de segurança para a retirada de tecido, que preserva a circulação da pele e da aréola. Por isso, o tamanho final nem sempre corresponde exatamente ao que a paciente imagina.

Vou conseguir amamentar depois?

Algumas mulheres conseguem amamentar depois da redução, outras não, porque parte da glândula é retirada. Isso não pode ser previsto com certeza. Se você planeja engravidar, converse sobre o momento ideal da cirurgia.

Como fica a cicatriz?

Na maioria dos casos, ela contorna a aréola, desce em linha vertical e, nas mamas maiores, acompanha o sulco da mama. É permanente, fica mais aparente nos primeiros meses e tende a clarear com o tempo e com os cuidados indicados.

As mamas podem voltar a crescer?

O tecido retirado não volta, mas ganho de peso, gestação e alterações hormonais podem aumentar o volume das mamas restantes. Manter o peso estável ajuda a preservar o resultado.

Veja também

Conteúdo informativo, não substitui a consulta médica. A indicação e os resultados são individuais. Responsável técnico: Dr. Charles Farias de Oliveira, CRM/RS 31.244, RQE 19.987.

Prova social

O que as pacientes contam para a equipe.

O carinho que chega no WhatsApp da equipe, compartilhado com a autorização de cada paciente.

ElisianePaciente da Perfektion

Eu ameiiii17:48

Desde o dia que escolhi vocês17:48

Não tinha dúvidas17:48

Que estaria em boas mãos17:49

O Dr. maravilha17:49

E as meninas maravilhosas18:00

Amada, obrigado pela confiança.18:02 ✓✓

Nosso time técnico é espetacular mesmo.18:02 ✓✓

MichelePaciente da Perfektion

Dr. Charles foi um querido! A Ana Júlia e a Sofia são impecáveis! ❤️17:11

Eu sou suspeito, temos um time que me dá muito orgulho.18:09 ✓✓

Obrigado por confiar no nosso trabalho.18:10 ✓✓

Esse orgulho é legítimo! Vocês estão sendo maravilhosos! Minha mãe saiu daí hoje já pensando em fazer os próximos procedimentos dela com vocês!18:11

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