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A relação dos tratamentos estéticos com os cuidados pós-operatórios

16/03/2017, por Dra. Luíza Hoscheidt

O sucesso de uma cirurgia plástica não depende somente do ato cirúrgico. A preocupação com os cuidados no pré e pós-operatório tem demonstrado fator imensurável como prevenção de possíveis complicações e promoção de um resultado estético mais satisfatório.

A maioria das pessoas não sabe, mas os tratamentos estéticos tem uma relação de grande importância com a recuperação de inúmeros tipos de cirurgia plásticas, dentre as mais comuns estão a Lipoaspiração, Abdominoplastia, Mastopexia, Mastoplastia de Aumento e Lifiting Facial, isto ocorre pelo fato de que em algumas dessas cirurgias plásticas é realizado deslocamento de pele e infiltração de líquido durante o procedimento cirúrgico, o que gera uma grande retenção de líquidos nas regiões operadas e até mesmo inchaço global.

Os tratamentos estéticos utilizados no pós-operatório de cirurgias plásticas tem como principais objetivos a redução do inchaço, a manutenção dos movimentos, aperfeiçoamento das cicatrizes e prevenção ou redução das aderências cicatriciais. Além disso, ajudam a diminuir equimoses (roxos), fibroses, melhoram a circulação sanguínea e o retorno venoso, aumentam a oxigenação tecidual e diminuem o tempo de recuperação após a cirurgia plástica.

Dentre os tratamentos estéticos mais indicados durante o pós-operatório de cirurgia plástica, podemos destacar a drenagem linfática, o ultrassom de alta potência, vacuoterapia e a radiofrequência. Mas é importante salientar que cada uma dessas técnicas, tem um período correto para ser utilizada, e que a imperícia na realização das mesmas pode causar complicações pós-operatórias que podem comprometer o resultado final da cirurgia.

Na clínica Perfektion dispomos de todos os equipamentos e técnicas necessárias para os tratamentos pós-operatórios, afim de garantir o melhor resultado possível em todas as cirurgias. Além disso, o trabalho aqui é em equipe, o pós-operatório sempre é feito através de prévia avaliação e discussão dos profissionais para buscar sempre o pré e pós-operatório mais indicado para cada caso.

Você sabe a diferença entre Epilação x Depilação?

24/02/2017, por Dra. Luíza Hoscheidt

Desde a época de Cleópatra, no Egito Antigo, as mulheres se depilavam. Relata-se que elas foram as primeiras a utilizar argila, o extrato de sândalo e o mel de abelha, ingredientes que deram origem as ceras que são usadas atualmente para a remoção dos pelos. Sacerdotisas do tempo de Creta chegavam a tomar bebidas entorpecentes para aliviar a dor durante o processo de depilação do corpo inteiro. Conta- se que no Brasil os índios Xavantes utilizavam a ponta dos dedos para arrancar as sobrancelhas.

Por isso constata-se que a questão de eliminar pelos é muito mais diversificada e antiga do que se pensa. Envolve culturas, crenças, religiosidade ou simplesmente o gosto estético.

Existem dois termos que expressam a remoção dos pelos de diferentes áreas do corpo, são eles, Epilação e Depilação.

Quando nos referimos a palavra Depilação, nos referimos as técnicas de remoção de pelo em que apenas a parte do pelo que fica à superfície da pele é removida, não existindo qualquer relação com as partes do pelo que se localizam em outras regiões da pele. Dentre as técnicas podemos citar, como exemplo, as lâminas, cremes e espumas depilatórias.

Já o termo Epilação é utilizado quando nos referimos as técnicas em que os pelos são removidos inteiros desde a raiz, incluindo as porções abaixo da pele e o bulbo piloso, que trata-se da região onde o pelo é gerado. Entre as técnicas que fazem esse tipo de remoção estão incluídas as ceras quentes ou frias, pinças, laser, luz pulsada e outro tipo de tecnologia que atua através da luz.

Atualmente, aqui na Perfektion, trabalhamos com o método de Epilação a Laser utilizando o Laser Milesman, que trata-se de uma remoção duradoura que apresenta os melhores resultados e com um número menor de sessões.

AS DÚVIDAS DOS IMPLANTES DE SILICONE

18/10/2015, por Dr. Charles Farias

 

Mesmo sendo uma das cirurgias mais requisitados pela ala feminina, muita gente têm dúvidas sobre implante de silicone.

Seja da mais simples a mais técnica, nenhuma questão pode ser deixada para trás! Separamos algumas perguntas frequentes do dia-a-dia do consultório.

  • Há riscos na cirurgia para a colocação dos implantes?

A cirurgia de colocação de implantes é um procedimento relativamente seguro, mas como qualquer outra cirurgia há riscos específicos associados ao procedimento.

  • Posso dormir de bruços após colocar silicone?

No primeiros 10 dias após a cirurgia, recomenda-se dormir apenas de barriga para cima ou de lado, para não causar desconforto ou mesmo dor.

  • Que cuidados devo ter no pós-operatório?

Para que a recuperação seja positiva, é indicado fazer repouso na primeira semana, evitar movimentos bruscos com os braços - principalmente, não levá-los acima dos ombros -, assim como não pegar peso e não fazer exercícios físicos por pelo menos 15 dias. Outra recomendação é fazer uso do sutiã especial durante um mês, evitar o sol pelo mesmo tempo e dar início nas sessões de drenagem linfática logo na primeira semana.

  • Quando posso voltar a fazer ginástica?

Exercícios pesados que envolvam os braços só são liberados após dois meses. Já os que mexem apenas com membros inferiores podem ser reiniciados depois de 15 dias, desde que a paciente seja liberada pelo médico.

  • O risco de ter câncer aumenta com os implantes?

Não há nenhuma evidência científica de que a prótese de silicone aumente o risco da doença.

  • Perderei a sensibilidade nos seios após a cirurgia?

A colocação do implante não irá interferir nos nervos do mamilo ou do seio, porém, em algumas pessoas, que já possuem tendência a perder a sensibilidade isso pode acontecer.

  • No caso de uma gravidez, o resultado da cirurgia ficará prejudicado?

É difícil prever os efeitos devido ao ganho de peso que varia de pessoa para pessoa. Por isso, quanto maior o controle de peso durante a gestação melhor.

  • Vou poder amamentar depois?

Elas não modificam ou lesam os canalículos que levam o leite até os mamilos, já que são colocadas atrás das glândulas mamárias ou atrás do músculo.

  • Qual a idade mínima para implantar silicone?

Após os 17 anos, a mama já está formada e o implante de próteses de silicone pode ser feito.

  • As próteses de silicone têm prazo de validade?

Não é possível especificar este tempo devido a reação individual de cada corpo humano. Os implantes podem permanecer no seu corpo por dez, 15, 20 anos ou mais.

  • A flacidez pode ser corrigida com prótese?

Essa correção só é possível se você apresentar uma leve flacidez. Nos casos mais severos, é necessário fazer uma intervenção mais profunda aliando o implante da prótese com o tratamento para eliminar o excesso de pele.

MITOS E VERDADES SOBRE A MAMOGRAFIA E OS IMPLANTES DE SILICONE

01/10/2015, por Dr. Charles Farias

 

A mamografia dói?

Para realizar a mamografia é necessário comprimir moderadamente as mamas. Essa medida visa espalhar as estruturas da mama, evitando que se sobreponham e gerem imagens duvidosas, também reduz a quantidade de radiação necessária para a produção da imagem.  Nem todas as mulheres sentem dor quando fazem a mamografia, mas algumas se queixam de algum tipo de desconforto provocado pela compressão da mama. Para melhorar esse desconforto sugerimos que você realize sua mamografia no período logo após a menstruação, quando as mamas já não estão tão sensíveis.

O implante de silicone atrapalha a realização do exame?

Não. As mamografias podem ser realizadas nas pacientes com implantes, sem prejuízo para os mesmos.
No entanto é essencial que a paciente avise a técnica que vai realizar a mamografia a respeito da presença dos implantes. Isso fará com que a técnica utilize uma compressão menor nas radiografias, para evitar que ocorra ruptura do implante. Além disso, para que a avaliação do tecido mamário seja adequada, nas pacientes com implantes são realizadas as quatro incidências habituais do exame de mamografia e depois mais quatro incidências adicionais com afastamento do implante.

As próteses podem retardar o diagnóstico do câncer de mama?

Não. Há estudos que associam a presença da prótese mamária a uma pequena redução da sensibilidade da mamografia, fazendo com que possíveis lesões detectáveis pela mamografia sejam descobertas mais tarde em relação a pacientes que não tem prótese. No entanto, estudo recente publicado no “JAMA” (Jornal da Associação Médica Americana), mostrou que esse atraso na detecção das lesões mamárias não influiu nas chances de cura e na sobrevida das pacientes com prótese. Em caso de dúvida na mamografia a paciente com prótese pode se beneficiar da correlação com exame de ultrassonografia e/ou de ressonância magnética.
Por outro lado, foi publicado um trabalho na revista Plastic and Reconstructive Surgery, onde o autor avaliou mais de 4000 mulheres que tiveram diagnóstico de câncer de mama e comparou o grupo com prótese ao grupo sem prótese quanto a incidência, momento do diagnóstico e tamanho do tumor. O resultado observado foi que a incidência de câncer e o momento do diagnóstico foram semelhantes nos dois grupos avaliados, porém, nas pacientes com prótese observou-se que os tumores foram detectados em um tamanho menor que nas pacientes sem prótese. Os autores concluíram que a presença da prótese de silicone serviria como um anteparo no momento do autoexame e aumentaria a sensibilidade na palpação de tumores menores.

Quem tem prótese é mais propensa a desenvolver câncer de mama?

Não. Há vários trabalhos científicos que avaliaram mulheres com e sem implante de silicone e mostraram que a incidência de câncer de mama é semelhante nos dois grupos.

Quais os exames que toda mulher que tem silicone deve fazer?

Independente da mulher possuir ou não implantes de silicone, o rastreamento do câncer de mama em mulheres assintomáticas e sem história familiar de câncer de mama deve ser feito com mamografia, realizando-se uma mamografia aos 35 anos, e aí, a partir dos 40 anos, mamografias anuais. Nos casos de mulheres com risco aumentado para câncer de mama pode-se iniciar o rastreamento em uma idade mais precoce e associar a ultrassonografia e/ou ressonância magnética.

Qual exame posso fazer para avaliar a integridade do implante?

Para avaliar a integridade do implante, o exame mais indicado é a ressonância magnética. No caso de não ter acesso a esse exame pode-se utilizar a ultrassonografia,que quando realizada cuidadosamente por um profissional experiente também tem boa sensibilidade para detectar rupturas

ELES PODEM ATÉ TER UMA BARRIGUINHA, MAS NADA SE COMPARA A DANÇA DOS HORMÔNIOS NA GRAVIDEZ

29/09/2015, por Dr. Charles Farias

A gestação é um período intenso para a mulher, marcado por mudanças físicas e emocionais. Do ponto de vista estético, a forma física apresenta modificações visíveis: os seios antes firmes, podem ficar flácidos; o abdômen também pode sofrer com o acúmulo de gordura, processo que pode ser acompanhado de flacidez e estrias. 

Dependendo de quantos quilos a pessoa engordou durante a gravidez, a recuperação se torna mais lenta e difícil. Alguns tratamentos estéticos e a cirurgia plástica podem ajudar a mulher na recuperação de sua autoestima e do contorno corporal.

Segue uma sequencia das principais perguntas ao cirurgião.

1. Durante a gestação, a mulher pode se submeter a alguma cirurgia plástica? 
Não é indicada a realização de qualquer cirurgia plástica durante a gestação, justamente por conta das substâncias anestésicas utilizadas na operação que podem prejudicar o desenvolvimento do bebê no útero. Além disso, durante a gravidez ocorrem alterações hormonais significativas, que levam ao acúmulo de gordura e retenção de líquidos, fatores que interferem no contorno original do corpo. Ou seja, o cirurgião não terá um visual real do corpo dessa mulher para planejar a cirurgia. 

2. Algum tipo de cirurgia plástica pode ser realizada logo após o parto? 
Por conta das alterações hormonais, o ideal é que a mulher realize uma cirurgia plástica pelo menos seis meses após parar de amamentar porque, passado este período, o corpo está mais equilibrado do ponto de vista hormonal. Mas, é necessária uma avaliação médica criteriosa. No entanto, se ela ainda estiver com o peso acima do indicado, sugerimos que a mulher realize um "programa de bem-estar" que inclui acompanhamento nutricional, endocrinológico e assessoria esportiva. A cirurgia plástica entra como a parte final deste programa, pois os melhores resultados são obtidos quando a mulher está em boas condições físicas e com o peso mais próximo do ideal. 

3. Quais são os principais tipos de cirurgias plásticas realizadas pelas mulheres, após a gravidez? 
Principalmente, lipoaspiração, seguida da cirurgia de mamas (com ou sem prótese) e a abdominoplastia, que remove a gordura localizada no abdômen e a flacidez de pele ao redor da região umbilical. 

4. Caso a mulher opte por realizar uma abdominoplastia ou miniabdominoplastia após o parto, quais seriam as condições ideais? 
Em primeiro lugar, ela deve seguir as orientações de seu ginecologista. Após o parto, como qualquer outro paciente, a mulher deve estar clinicamente saudável e com o peso bem próximo ao que tinha antes da gravidez. 

5. No caso da mulher ter passado por uma cesariana e ainda ter propensão à formação de quelóides, como deve ser o procedimento na cirurgia plástica? 
O tipo de parto (normal ou cesárea) não influencia na realização da operação. Se a mulher tem propensão à formação de quelóides, ela deve comunicar isso ao cirurgião plástico. Ele deverá analisar a condição da pele, para evitar que isso volte a ocorrer. Com o avanço da medicina, foram desenvolvidas técnicas de sutura que minimizam o aparecimento de quelóides.

Até a proxima!

ELE NÃO PASSA DESPERCEBIDO!

27/09/2015, por Dr. Charles Farias

O nariz não passa despercebido. Se não tem o poder de sedução da boca ou dos olhos, o nariz tem papel fundamental na estética de um rosto harmonioso.

Ele é tão importante na expressão facial que sua força define a beleza ao garantir o equilíbrio do rosto. Quando levantamos a ponta, não é só arrebitar, levantamos o rosto inteiro.

Contudo, deve ficar claro que o nariz faz parte de um conjunto. Quando vemos uma foto de antes e depois temos que perceber que melhorou nariz, maquiagem, cabelo e pele.

Afinal, a beleza é um conjunto. Um conjunto que deve ser harmonioso. O menos é mais. E cada pessoa tem características próprias e limites da própria estrutura nasal que devem ser respeitados.

A cirurgia do nariz é realizada ou por procedimento fechado, em que as incisões são escondidos no interior do nariz, ou por procedimento aberto, onde é feita uma incisão através da columela, faixa estreita de tecido que separa as narinas. Através destas incisões, os tecidos moles que cobrem o nariz são cuidadosamente levantados, permitindo o acesso para remodelar a estrutura do nariz.

A cirurgia do nariz pode reduzir ou aumentar as estruturas nasais com o uso de cartilagem enxertada de outras áreas de seu corpo. Mais comumente, partes de cartilagem do septo, a partição no meio do nariz, são usadas para este propósito. Algumas vezes, parte de cartilagem da orelha e, raras vezes, parte da cartilagem da costela pode ser usada.

Uma vez que a estrutura subjacente do nariz é esculpida na forma desejada, a pele e o tecido nasal são acomodados e as incisões fechadas. Incisões adicionais podem ser feitas nos sulcos naturais das narinas para alterar o seu tamanho.

Após a finalização do procedimento, uma espécie de gesso, tampão interno e curativo com Micropore serão colocados no nariz para apoiar e proteger as novas estruturas durante a cicatrização inicial.

Pode levar vários meses para que o inchaço desapareça completamente e até um ano – e às vezes mais – para o resultado da cirurgia ser percebido em sua totalidade.

 

MITOS E VERDADES SOBRE OS IMPLANTES MAMÁRIOS

03/08/2015, por Dr. Charles Farias

Nos últimos anos ultrapassamos a marca dos 1000 implantes mamários. Desta forma, podemos afirmar que a mamoplastia de aumento é o nosso procedimento cirúrgico mais popular. Um dos mitos que sempre discutimos com nossas pacientes é se as próteses de mama deverão ser colocadas abaixo do musculo peitoral ou acima do musculo peitoral.

Por definição abaixo da glândula mamária (subglandular), abaixo da fáscia do músculo peitoral (subfascial) ou abaixo do músculo em si (submuscular ou retropeitoral).

O plano subglandular é o mais utilizado por ser o mais fácil de descolar e por permitir uma boa hemostasia durante a cirurgia (controle do sangramento). A dor e o desconforto no pós-operatório são mínimos e duram poucos dias. A desvantagem deste plano é que em pacientes muito magras e sem nenhum tecido mamário a prótese pode ficar muito visível. E, além do resultado poder se tornar artificial, existe sempre a possibilidade de se formarem pequenas dobras (rippling). Quando há tecido mamário suficiente, estas ondulações não aparecem, mas quando a paciente não tem nenhum volume mamário ou bem pouco, indica-se a colocação no plano submuscular.

O plano subfascial utiliza uma membrana que reveste o músculo peitoral, chamada de fáscia peitoral, para “hospedar” a futura prótese.  O sangramento é igual ao do plano subglandular porém a dissecção desta fáscia é mais difícil, tornando a cirurgia um pouco mais demorada. Uma eventual vantagem deste plano seria um resultado mais duradouro, pois a ptose mamária (caimento) demoraria mais para acontecer, devido a hipotética sustentação que a fáscia oferece. Em relação às pacientes muito magras e sem glândula, a fáscia também ofereceria uma barreira a mais para evitar o aparecimento do rippling (ondulação). Na prática esta técnica é pouco utilizada pelos médicos no Brasil, porque o índice de ondulações é alto também.

O plano submuscular é o mais utilizado depois do plano subglandular.  As indicações para se colocar a prótese neste plano são as paciente muito magras que precisam de uma barreira a mais entre a pele e o implante para que este não se torne visível e as pacientes com forte história de câncer de mama na família e que precisam de uma barreira entre a glândula mamária e a prótese em si, pois eventuais puncões para biópsias podem ser indicadas

A desvantagem do plano submuscular é a dor ou desconforto no pós-operatório. Há uma necessidade maior de analgésicos e as restrições como dirigir ou fazer exercícios duram mais tempo.

Enfim, cada plano cirúrgico, tem os prós e os contras. Por isso, cabe a conversa entre o cirurgião e a paciente para definir o melhor plano para você. 

FELIZ ANIVERSÁRIO

09/07/2015, por Equipe Perfektion

FELIZ ANIVERSÁRIO!

 

Dr. Charles Farias de Oliveira nasceu no dia 09 de julho de 1975.
Sem cálculos, hoje ele completa 40 anos de idade.

Desde muito cedo decidiu-se pela carreira médica. É um apaixonado pelo que faz e o seu jeito cativante e empolgante faz com que toda a sua equipe se apaixone diariamente pela medicina e pela cirurgia plástica.

Um CARIÚCHO, nasceu e cresceu no Rio de Janeiro e mudou-se para o RS em 2008, local que escolheu para dedicar-se a sua profissão e se radicalizar. Ele já fala TU, mas ainda não perdeu o "chiado" carioca.

Estudou Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ.
Em 1992, participou do Fellowship Program na Johns Hopkins University localizada na cidade de Baltimore, Estados Unidos. Mais tarde especializou-se em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho – UFRJ – Rio de Janeiro.

Para nós da Equipe Perfektion, o mês de julho é muito especial. Queremos retribuir toda dedicação do nosso querido médico com uma grande festa, e claro com as pessoas que mais motivam ele todos os dias, VOCÊS.

Venha comemorar conosco durante o mês de JULHO. Neste mês pode, muito brigadeiro e guaraná.

Ao nosso querido médico, um FELIZ ANIVERSÁRIO.

Uilian 09/07/2015 às 17:20

Feliz Aniversário :D


Elizabeth Nüske 09/07/2015 às 08:39

Parabéns Dr. Charles pelo aniversário, pelo profissional que és e principalmente pelo ser humano! Um grande abraço!


2 Comentários

A estação do rejuvenescimento - Lifting facial

29/06/2015, por Dr. Charles Farias

Lifting Facial

 

Se você estiver incomodado com sinais de envelhecimento em seu rosto, a cirurgia da face pode ser ideal para você. Tecnicamente conhecida como ritidoplastia, a cirurgia da face é um procedimento cirúrgico para melhorar sinais visíveis de envelhecimento no rosto e no pescoço tais como:

• Flacidez no terço médio da face,
• Vincos profundos abaixo das pálpebras inferiores,
• Vincos profundos ao longo do nariz que se estende ao canto da boca,
• Gordura que tenha baixado ou tenha sido deslocada,
• Perda de tônus muscular na face inferior, podendo causar papada,
• Pele frouxa e excesso de depósitos de gordura sob o queixo e a mandíbula.

Procedimentos de rejuvenescimento tipicamente executados juntamente com o lifting de face são o lifting de testa, para corrigir a flacidez ou testa franzida, e cirurgia de pálpebras, para rejuvenescer os olhos.

Dependendo do grau de mudança que você quer, as suas opções de cirurgia de ritidoplastia incluem um lifting tradicional, lifting com incisão limitada ou Iifting de pescoço. Uma incisão de lifting é realizada em torno da orelha e termina na parte inferior do couro cabeludo. Uma segunda incisão, abaixo do queixo, pode ser necessária para melhorar o aspecto de envelhecimento no pescoço. Suturas ou adesivos de pele são usados para fechar as incisões.

Quando o procedimento for finalizado, uma bandagem pode ser colocada delicadamente em torno de seu rosto para minimizar o inchaço e os hematomas. Um dreno pode ser temporariamente colocado sob a pele para drenar qualquer excesso de sangue e de fluido que possam acumular. Os pontos são retirados entre 5 a 14 dias. A paciente deverá evitar se expor ao sol no primeiro mes.

Os resultados do facelift aparecem com a diminuição do inchaço e dos hematomas. O resultado final não só restaura a aparência, deixando-a mais jovem e descansada, mas, também, pode ajudar na recuperação da autoestima.

ALERTA QUEIMADURAS

27/06/2015, por Dr. Charles Farias

Em época de festas juninas, em que são comuns fogueiras, balões e fogos de artifício, aumenta o número de casos de queimaduras.

Queimaduras são lesões na pele provocadas geralmente pelo calor, mas também podem ser causadas pelo frio, determinados produtos químicos, radiações, eletricidade e até fricções. Podem atingir apenas a camada mais superficial da pele ou a mais profunda, comprometendo também músculos e ossos.

A seguir, veja como identificar e tratar os tipos de queimaduras:

— Queimaduras de 1o  grau:

Atingem a cama mais superficial da pele. A lesão em geral apresenta rubor (aspecto avermelhado), calor e é dolorosa.

Faça compressas frias nas primeiras horas após sua ocorrência. Não coloque pasta de dente ou manteiga em nenhuma hipótese. Use óleo mineral ou vaselina líquida para manter a queimadura hidrata; tome analgésico se necessário e use filtro solar.

— Queimaduras de 2o grau superficiais:

Geram bolhas e muita dor. As bolhas devem ser drenadas, mas não retiradas, pois servem como curativos biológicos. O procedimento deve, de preferência, ser realizado por um médico.

Após o rompimento das bolhas, o curativo deve ser feito com sulfadiazina de prata ou nitrato de cério. Limpe o local com água corrente e clorexitina. Após a cicatrização, use filtro solar para evitar manchas.

— Queimaduras de 2o grau profundas:

São menos dolorosas. As bolhas são brancas e secas.

O tratamento é semelhante ao da queimadura de 3o grau.

— Queimaduras de 3o grau:

Apesar de acometerem todas as camadas da pele, são indolores. Podem atingir os músculos e causar deformidades graves.

Na maioria das vezes, há necessidade de internação hospitalar, pois em geral causam manifestações sistêmicas, como desequilíbrio dos níveis de sódio, potássio e/ou cálcio e desidratação; muitas vezes é preciso retirar os tecidos necrosados e realizar limpeza e enxertos.

Se acometerem regiões como rosto, mãos, genitália, pés e vias aéreas superiores ou forem causadas por fontes elétricas, procure imediatamente um serviço de emergência hospitalar.

Para evitar as queimaduras, tenha cuidado ao acender a fogueira e evite brincadeiras próximas a ela. Utilize apenas fogos de artifícios comprados em locais autorizados e tenha cuidado ao manuseá-los. Mantenha as crianças longe do fogo e de materiais inflamáveis 

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